EXEMPLAR DE MÃE PERFEITA

por: Débora Dalegrave


E nessa edição inauguramos essa coluna Papo de Mãe, como colunista e o sentimento de gratidão é imensooo... sou Debora Dalegrave, mãe em fase de descobertas, de viver intensamente o processo de ensino aprendizagem, de desaprender para aprender novamente; mãe de dois, duas joias, dois presentes de Deus, a Isabella e o Matheus; casada, enfermeira, escritora no qual ajudo mulheres a equilibrarem seus três pilares de sustentação: maternidade, vida profissional e relacionamento com o auxilio da espiritualidade; e dona do meu lar para ficar mais perto dos meus filhos nos seus primeiros anos de vida.

E para dar inicio a esse mundo mágico, gostaria de saber quem de vocês já se sentiu em algum momento da maternidade culpada, incapaz, frustrada ou abandonada?? Acredito que a resposta da maioria, foi um enorme SIMMMM, afinal estamos impregnadas em uma sociedade que quer nos moldar, como “mãe perfeita”, faz parto normal, a mãe perfeita amamenta, tem doula, tem que ter aleitamento exclusivo, tem que amamentar até tal idade, não pode dar colo, tem que isso, tem que aquilo... ou seja, inúmeras regras, padrões estabelecidos, que nos fazem nos sentir perdidas, frustradas, caso não correspondemos a alguns desses itens imaginários, como a mãe perfeita.

E escrevo isso, pois já sofri, senti muito desses sentimentos, por um lado, temos o conhecimento, à informação, a qual nos auxilia no processo de escolhas de forma consciente e responsável; e por outro lado, a forte cultura de nossa sociedade, da comparação, dos “certos” e “errados”, hoje muito mais difundida pelas redes sociais. Esse jogo de poder, de pertencimento, cansa, frusta; afinal parece que para os outros tudo é um mar de rosas, enquanto você está sem dormir, sem conseguir se arrumar... entre tantas outras questões que a maternidade real, realmente nos faz vivenciar.

Mas esperem, vocês não estão sozinhas nesse barco; remamos na mesma direção, por isso é importante termos me mente, que não existe o exemplar de mãe perfeita a venda, não existe o certo e o errado, pois tão importante quanto a informação que está a nós disponível, para nos ajudar a evoluirmos, temos a nossa intuição materna, o nosso instinto feminino, o qual nos permite nos conectar com a nossa essência, nosso ideal e assim com o que os nossos filhos realmente precisam e desejam de nós.

E assim só você, pode descobrir o que seu filho precisa, de qual atenção/ cuidado se faz necessário naquele momento; só o olhar, a conexão gerada entre vocês é capaz de desmistificar os choros, as birras, o sono, ou a fome. No meu caso, a Isabella e o Matheus, vivem fases diferentes, e cada um é um ser único, cada um vive, sente e manifesta a mesma situação de forma especifica, e compreender que não podemos nos enquadrar em “caixas” prontas, facilita essa conexão amorosa e espiritual, esse vinculo intenso e transformador.

Confiemos mais nos nossos super poderes, na nossa intuição; utilize as informações a seu favor, não compare a sua maternidade com a de outras pessoas ( pois você mesma, se engravidar mais de uma vez, verá que será diferente); faça o seu melhor; tenha empatia; tenha amor próprio, desenvolva a autocompaixão, pois és aprendiz na escola da vida, e na dúvida do que fazer, faça o que o seu amor dizer, pois com amor não tem como errar.

Espero que estejam gostando, e para poder te ajudar nessa caminhada da maternidade, entre em contato, e me fale das suas experiências, assim crescemos e evoluimos juntas nessa linda caminhada do FloreSerMãe

Instagram: @debora_floresermae

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